Quanto mais depressa ando, mais pequena sou – Clique
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“Neste brilhante livro de estreia, viaja-se até à «última estação antes da morte» (p.129). Quanto mais depressa ando, maispequena sou é um romance que alia uma narrativa rigorosa, de escrita impecável, a uma análise sem dó nem piedade das circunstâncias mais frágeis da vida.”
Hugo Pinto Santos, Time Out Lisboa
«Estreia literária, prémio revelação e uma excelente surpresa para o leitor português. (…) é uma delícia! O mesmo adjetivo se pode usar para todo o livro, tragicomédia que nos lembra que “a nossa necessidade de consolo é impossível de satisfazer”, a que acresce aquela inevitável estranheza que nos causa sempre a literatura que vem do frio. Imperdoável passar ao lado.»
Ana Cristina Leonardo, Atual (Expresso)
“O livro tem uma estrutura narrativa muito invulgar. Surpreendente, mesmo. Arrebata e não deixa de maravilhar a cada novo capítulo. Quanto mais depressa ando, mais pequena sou é um livro muito sério. Mesmo sério. No entanto, cheio de humor e com uma prosa inusitada simplesmente deliciosa. Apesar de assentar na morte, num misto de horribilidade e fascínio, não tem um pingo de indulgência. Parece desconcertante, mas tudo encaixa.”
Sandra Gonçalves, Diário Digital
“Com um estilo de escrita muito próprio e um equilíbrio bastante interessante de momentos curiosos com uma mensagem global algo triste, há toda uma reflexão sobre a vida do indivíduo e a sua interacção (ou falta de) com a sociedade. Algo que se divide entre a necessidade de se dar a ver ao mundo e o medo de se revelar. E é isso o que mais marca, terminada a leitura: a reflexão sobre a mortalidade e, perante esta, o que somos e o que quereríamos ser.”
Carla Ribeiro
Recensões:
Time Out Lisboa, por Hugo Pinto Santos - Clique
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Suplemento
Atual, do jornal
Expresso, do dia 14 de janeiro de 2012 - Clique
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Boas leituras!