domingo, 29 de junho de 2014
quarta-feira, 4 de junho de 2014
terça-feira, 3 de junho de 2014
Autor do mês de junho
Fonte: http://portuguesesbrasil.com/wp-content/uploads/2011/12/valter-hugo-mae.png
Valter Hugo Mãe nasceu em Saurimo, Angola, no ano de 1971.
Licenciou-se em Direito e é pós-graduado em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea.
Publicou os romances: o nosso reino; o remorso de baltazar serapião, Prémio José Saramago em 2007; o apocalipse dos trabalhadores; a máquina de fazer espanhóis, Grande Prémio Portugal Telecom, categoria melhor livro do ano, e Prémio Portugal Telecom, categoria melhor romance do ano, em 2012; O Filho de Mil Homens e, recentemente, A Desumanização. A sua poesia encontra-se reunida no volume contabilidade.
Licenciou-se em Direito e é pós-graduado em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea.
Publicou os romances: o nosso reino; o remorso de baltazar serapião, Prémio José Saramago em 2007; o apocalipse dos trabalhadores; a máquina de fazer espanhóis, Grande Prémio Portugal Telecom, categoria melhor livro do ano, e Prémio Portugal Telecom, categoria melhor romance do ano, em 2012; O Filho de Mil Homens e, recentemente, A Desumanização. A sua poesia encontra-se reunida no volume contabilidade.
Escreveu diversos livros ilustrados para os mais novos,
entre os quais: Quatro Tesouros; O Rosto e As mais belas coisas do mundo.
Valter Hugo Mãe é vocalista do grupo musical Governo (www.myspace.com/ogoverno), projeto que
editou o EP Propaganda Sentimental, com cinco
canções, através do selo Optimus Discos.
Escreve as crónicas Autobiografia imaginária, no Jornal de Letras, e Casa de papel, na revista de domingo do jornal Público.
Escreve as crónicas Autobiografia imaginária, no Jornal de Letras, e Casa de papel, na revista de domingo do jornal Público.
Outras informações sobre o autor podem ser encontradas no
Facebook (Valter Hugo Mãe – Pag. Oficial) ou em www.valterhugomae.com.
Livro do mês de junho
António
nasceu marcado pelo nome. O mesmo que o vizinho da rua das traseiras, o homem
que se fez doutor em Coimbra e que ia à terra sempre que podia, o tal que
governava o país com pulso de ferro. Mas de pouco ou nada lhe valeu tão grande
nome quando o destino o enviou para Angola, para defender a pátria em nome de
uma guerra distante que não era a sua. Deixou para trás a sua terra, a mãe
inconsolável e Amélia, a mulher que pedira em casamento, num banco de pedra,
junto à igreja e que prometera fazer dele o homem mais feliz de Vimieiro.
Promessa gravada num enxoval imaculado que ficou guardado no armário, à espera
do fim daquela maldita guerra. Quando António regressou de Angola, era um homem
diferente. Marcado no corpo por anos de guerra e de cativeiro e no coração por
um amor impossível que deixara em pleno mato angolano. Regressava para cumprir
a promessa que fizera anos antes à sua noiva Amélia, que o julgara morto, e
que, em sua memória, tinha enterrado um caixão sem corpo.
Boas leituras!
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